top of page
Buscar

Inteligência emocional: algo indispensável


Quantas vezes queremos mudar, mas continuamos repetindo sempre as mesmas coisas? Quantas vezes nos deixamos levar por nossos impulsos e sentimentos? Quantas vezes focamos no negativo ao invés de focar no positivo? Quantas vezes focamos no sofrimento ao invés de focar na alegria?

Será que isso tem a ver com Inteligência Emocional?

Claro que tem. Precisamos Despertar e aprender a desenvolver a Inteligência Emocional para utilizar todo nosso potencial, numa vida mais realizada, mais produtiva e feliz.

Mas o que é inteligência emocional?

É a capacidade de identificar e lidar com as emoções e sentimentos pessoais e de outros indivíduos.

Dominar sua inteligência emocional significa ser capaz de perceber suas emoções, saber nomeá-las, entendendo seus gatilhos, para, então, desenvolver formas de lidar com elas.

E elas são muitas.

Felicidade, raiva, angústia, medo, alívio, tédio… Alguns estudos falam em 27 emoções, enquanto outros abrem esse leque para quase 50.

Ter consciência das emoções existentes que se pode experimentar permite que você entenda também quais são os gatilhos de cada uma.

E, a partir disso, será possível desenvolver formas de lidar com elas.

Com o tempo, você percebe que está com mais jogo de cintura, que se tornou uma pessoa mais leve, otimista e que resolver problemas não é mais um fardo.

A partir desse momento, você terá domínio de sua inteligência emocional.

A Inteligência Emocional é a chamada inteligência do coração. Aqui estão a emoção, os sentimentos, a afetividade. É aqui também que está o lado mais criativo, o lado da imaginação, dos sonhos, da arte.

Esse é o lado da inspiração, da motivação, da coragem de quebrar paradigmas, da coragem de tomar decisões, sobretudo aquelas que “dão um frio na barriga”.

É ali que fica o êxtase, o achar lindo, maravilhoso, onde se apoia a extraordinária força de nossa intuição.

É pelo lado emocional que nós desfrutamos das coisas boas da vida, que gostamos das pessoas e dos outros seres, é por aqui que sentimos aqueles momentos de “vale a pena viver”!

Mas é também o lado do sofrimento, do “não gostei”, da “dor de viver”, do sentir falta, das mágoas, das tristezas, do sentir-se abandonado, da depressão.

A Inteligência Emocional é a capacidade de compreender e gerenciar as emoções, tanto as próprias, como as das outras pessoas. Através dessa compreensão, podemos construir relacionamentos mais saudáveis e duradouros.

Agir com Inteligência Emocional é saber conciliar o lado emocional e o lado racional do cérebro. É saber pensar, sentir e agir com coerência. 

Não é através de medo e repressão que adquirimos controle das emoções. Não é sufocarmos as emoções, mas aprendermos a ter consciência delas para podermos percebê-las e dar-lhes direção. 

A inteligência emocional é, sem dúvida, determinante para o sucesso profissional e pessoal das pessoas.

É uma jornada intensa, que durará sua vida inteira, mas que, com certeza, será recompensadora.

Ao se autoconhecer, você terá a possibilidade de viver uma vida mais leve, sem estresse e com melhores resultados.

Autoconhecimento e inteligência emocional estão tão intimamente relacionados que muita gente chega a confundir os dois conceitos.

A verdade é que eles são assuntos complementares. Não existe inteligência emocional sem autoconhecimento.

Para você conseguir gerir melhor suas emoções, é preciso se conhecer de maneira mais profunda.


Entao invista no seu autoconhecimento. Precisamos despertar a consciência, despertar para a vida, despertar para nós mesmos.


E esse exercício de instrospecção, de viajar no seu íntimo é um processo doloroso, é um processo onde é necessário se expor, se mostrar vulnerável quanto aos seus medos, dores, anseios e inseguranças.

Ao se conhecer profundamente, você vai aprender a identificar as suas emoções, 

a reconhecer o que você está sentindo. 

É fundamental reconhecer a tristeza, a alegria, a raiva, a ansiedade, a frustração, a euforia, o medo, o amor. Enfim, tomar consciência de quando está sentindo emoção e saber qual emoção.

Reconhecer as emoções e como elas influenciam em suas ações. Esta é a chave: conhecer, analisar suas emoções e as ações que você faz em resposta aos estímulos. E não as sufocar, mas usá-las a seu favor, dando-lhes sentido, orientando-as. 

E a melhor forma de criar consciência sobre si é se auto-observar.

Esse é um exercício que deve ser diário.

Comece elencando os momentos de seu dia a dia que mais mexem com suas emoções.

A rotina diária para quem tem filhos pode ser desestabilizadora: frustração, raiva, sentimento de impotência, pouca valorização, esgotamento, enfim.

Reuniões semanais de equipe também podem causar impactos em você: sentimento de improdutividade, ciúmes entre membros, competição, entre outros.

Com essa lista pronta, entenda o que cada situação desperta e como você se sente antes e depois de cada evento.

É provável que perceba uma tendência a postergar cada vez mais aquilo que mexe negativamente com suas emoções, mesmo que sejam tarefas importantes para atingimento de suas metas.

E, paralelamente, irá perceber que costuma realizar mais rapidamente tudo o que é mais agradável emocionalmente.

Aos poucos, leve essa consciência para situações que fogem de sua rotina.

Isso é ainda mais desafiador, contudo, fundamental.

Pare, observe e entenda como você reage e se comporta com as adversidades não rotineiras.

Esse exercício contínuo permitirá que você saia do automático e compreenda melhor como trabalhar sua inteligência emocional.

Também é importante a autoconsciência, que nada mais é do que a capacidade de entender como as emoções funcionam.

Ou seja, é preciso compreender como elas surgem, de onde vêm e de que maneira se manifestam.

Normalmente, os sentimentos propiciam dois tipos de reações: as psicológicas e as físicas.

As primeiras são pensamentos e crenças, já as segundas são sintomas como arrepios e taquicardia, por exemplo.

Uma emoção como a angústia pode despertar crenças limitantes e pensamento negativos que remetem à falta de capacidade, assim como manifestações físicas como palpitações e dores abdominais.

Saber que as emoções influenciam suas açõesé muito importante. Procure descobrir o que o medo ou o alívio levam você a fazer ou não fazer. Observe como você age quando está sentindo certas emoções e como isso afeta sua vida.

Uma vez que nos tornamos mais conscientes disso, é mais fácil saber o que e como fazer. Lembre-se também de ouvir o seu corpo. Sensações como calafrios, por exemplo, são um alerta que seu corpo está lhe enviando.

Centre-se, por um instante, e descubra o que ele está sinalizando naquele exato instante. Pois as emoções e suas reações corporais se dão sempre no instante, aqui e agora.

Alguma coisa está lhe indicando. Leve sua atenção a este ponto. Tome consciência, assuma sua condução e decida, com pés no chão, o que fazer.

Volto a insistir: não menospreze suas emoções. Elas são o seu semáforo, que lhe indicam que algo acontece com você. Conecte-se a elas, perceba-as.

Como são suas emoções? Verifique se suas emoções estão acompanhadas de sensações físicas e o que você sente em seu corpo (no seu peito, no seu estômago, nos arrepios de pele, rigidez muscular, lágrimas).

Veja como elas interferem em sua tomada de decisão. Para ser emocionalmente inteligente, é importante você ter esta conexão com seus sentimentos, aceitar e saber lidar com eles.


E como dominar sua emoções?


Existem inúmeras técnicas.

Caberá a você colecioná-las em sua caixa de ferramentas pessoal e recorrer a elas nos momentos em que necessitar.

Uma forma de sair do automático e entender sua emoção naquele momento é dar um tempo para respirar profundamente.

Não é à toa que a respiração faz parte de processos de meditação e de ioga.

Use o inspirar e expirar para se acalmar, voltar ao seu estado normal, tirar as emoções excessivas, permitindo que você retome sua capacidade de analisar a situação.

A raiva, por exemplo, é considerada uma emoção que produz reações físicas.

Ter uma bolinha para apertar nesses momentos pode ajudar a dominar esse sentimento.

Se tiver a possibilidade de se levantar e sair para dar uma volta pela empresa, pode ser uma alternativa.

Ao caminhar, você respira, deixa o corpo trabalhar as emoções físicas e pode, aos poucos, tentar entender seus sentimentos e como equilibrá-los.

O mindfulness também é uma forma de lidar com suas emoções.

Essa técnica permite que você perceba, por meio da atenção plena, seu corpo e mente, em situações desafiadoras, permitindo regular suas emoções, criando um espaço mental.

Também é na Inteligência Emocional que se fundamenta a motivação.

Quando a motivação é positiva, as pessoas e os grupos criam, se enchem de ânimo e coragem! Mas, quando ela é negativa, ou as pessoas e os grupos perdem o encantamento, perdem rendimento ou podem mesmo ter reações violentas contrárias, como quebrar coisas, partir para a briga.

Aqui está um dos maiores desafios para as lideranças. Busque dentro de você o porquê daquilo que está fazendo ou vai fazer. Faça sua equipe saber o que e porque está fazendo, dê ânimo às pessoas, estimule, desafie. Só então as pessoas liberam seus potenciais de realização.

Outro ponto importante é se motivar e se manter motivado.

Para isso, você precisa usar as emoções ao seu favor, em prol de algum objetivo específico, seja ele pessoal ou profissional.

Se a sua meta é ser promovido, por exemplo, o exercício que deve ser feito é: de que maneira posso gerir meus sentimentos, de modo a ter decisões mais assertivas que me permitam aproveitar as oportunidades?

Privilegiar a razão em qualquer cenário parece ser a decisão mais óbvia, mas, na verdade, a chave para o sucesso está no equilíbrio entre as duas esferas.


Centramento é ação convergida para seu centro, ação focada, orientada a partir de seu impulso interno, com equilíbrio energético. Fisicamente, você liga sua base (Terra) ao centro de sua cabeça (Céu), estabelecendo uma conexão equilibrada em seu interior, assumindo a condução harmoniosa de seus atos.

Centramento é essencial para quem quer se autoconduzir. Sem centramento não há autocondução. Você é simplesmente levado por um campo energético que você não percebe nem escolhe. O centramento permite a delimitação, ou postura delimitadora, frente aos componentes de um evento.

Com centramento, você assume claramente a liderança de seu grupo, sem se deixar levar pelas tensões que nele possam sobrevir.

O primeiro passo que nos cobra a Inteligência Emocional é o centramento. Quando estamos centrados não temos receio de pôr na mesa aquilo que pensamos, de expor opiniões e até mesmo discordâncias, pois nossas palavras e ações serão autênticas, coerentes, condizentes, carregadas de força e de profundo respeito pelos outros e por suas opiniões, buscando o consenso, sem imposições.

Todo verdadeiro líder é pessoa centrada. E pessoa centrada tem comunicação real, abertura e discernimento. Não invade nem se deixa invadir porque sabe o que quer e respeita a verdade e a vontade das pessoas de sua convivência. Sabe o que quer. E sabe criar os meios hábeis para se direcionar e manter o comando de suas ações.

O líder, atento a sua Inteligência Emocional, mantém coesão em sua equipe, com alta motivação e espírito cooperativo. Não há risco de perder a cabeça, de sair do sério.

Suas decisões são compartilhadas e sabe se planejar e dar rumo a suas ações, para poder agir segundo o comando de seu centro de poder, com amor, mas com a firmeza que se fizer necessária.

Gostou de nossas técnicas para uma Inteligência Emocional elevada? Tem alguma habilidade para compartilhar conosco? Fale conosco nos comentários!


 
 
 

Comentários


Endereço

Contato

Seguir

Almada - Portugal

 

 

  • LinkedIn
  • Facebook
  • Instagram

+351 932 192 969

Portfolio Camila Trivino.png

©2024 por Camila Trivino Oficial

bottom of page